Por: Remy da Mata
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quinta-feira, 20 de agosto de 2026
DIA DO MAÇOM, 20 DE AGOSTO - A Memória, os Valores e a História que Ergueu Nossas Colunas
sexta-feira, 14 de agosto de 2026
As lacunas documentais e os desafios para escrever a história de Tuntum - O caso da Escola Isaac Martins
Por Jean Carlos Gonçalves
Essa realidade produz consequências significativas. Quando os documentos desaparecem, não são preservados, permanecem em arquivos de difícil acesso ou ainda não foram localizados pelos pesquisadores, determinados acontecimentos podem permanecer desconhecidos, parcialmente conhecidos ou sujeitos a interpretações construídas a partir de informações transmitidas oralmente. A memória coletiva, embora constitua uma fonte importante para a pesquisa histórica, está sujeita a esquecimentos, silenciamentos, deslocamentos de nomes, datas e acontecimentos e à incorporação de versões que, com o passar do tempo, podem adquirir aparência de verdade histórica.
Em Tuntum, essa situação pode ser percebida em diferentes aspectos de sua história política, educacional e social. Um exemplo particularmente significativo é a trajetória da Escola Isaac Martins, reconhecida como a instituição escolar mais antiga da cidade. Apesar de sua importância para a história da educação local, ainda existem lacunas documentais e informativas acerca de sua fundação, de suas primeiras atividades, das circunstâncias que determinaram a escolha de sua denominação, de seus primeiros responsáveis, de sua organização administrativa e de sua evolução ao longo das décadas. A ausência ou a dificuldade de localização de documentos capazes de responder a essas questões favorece o surgimento de versões divergentes e, muitas vezes, de informações reproduzidas sem a necessária comprovação documental.
Um caso emblemático dessa problemática encontra-se justamente na denominação Isaac Martins. É relativamente comum encontrar, entre moradores de Tuntum e até mesmo entre professores, servidores públicos e agentes políticos, a associação do nome da escola ao primeiro prefeito da história do município, Isaac da Silva Ribeiro. Entretanto, essa identificação não deve ser tomada como verdadeira sem que seja confrontada com as fontes históricas disponíveis.
O Dr. Isaac Martins dos Reis, por sua vez, foi juiz de Direito e personagem vinculado à história do Maranhão no século XIX (vide https://ecosdetuntum.blogspot.com/2026/08/128-anos-do-falecimento-do-dr-isaac.html). Trata-se, portanto, de uma pessoa distinta de Isaac da Silva Ribeiro, primeiro prefeito do município (1955-1959) e que assinou a ordem de serviço para a construção do prédio da "Escola Reunida Dr. Isaac Martins" em 28 de dezembro de 1956. A semelhança ou aproximação entre os nomes pode ter contribuído para a construção e a perpetuação da confusão, sobretudo quando os registros documentais sobre a origem da escola não estão disponíveis de maneira suficiente para esclarecer definitivamente a questão.
| Página parcial do Livro de Decretos do prefeito Isaac da Silva Ribeiro - Decreto de Lei Nº 03 de 28 de dezembro de 1956, um dia após a sua posse. |
Esse exemplo demonstra como uma lacuna documental não representa apenas um problema acadêmico. A ausência de fontes pode interferir diretamente na maneira como uma comunidade compreende e transmite sua própria história. Uma informação inicialmente equivocada, quando repetida ao longo de gerações, pode transformar-se em memória coletiva e, posteriormente, ser reproduzida em discursos institucionais, materiais escolares, publicações e cerimônias oficiais, adquirindo uma aparência de legitimidade que somente a pesquisa histórica sistemática pode confirmar ou contestar.
Por essa razão, não se deve confundir memória com história, nem tradição oral com prova documental, embora ambas sejam fundamentais para a investigação do passado. A memória oferece pistas, testemunhos e interpretações construídas pelos sujeitos históricos; os documentos, por sua vez, permitem ao pesquisador confrontar essas narrativas com evidências produzidas em determinado contexto. O trabalho do historiador consiste justamente em colocar essas diferentes fontes em diálogo, identificando convergências, contradições, silêncios e lacunas.
No caso de Tuntum, portanto, escrever a história do município significa também enfrentar aquilo que ainda não sabemos. As lacunas documentais não devem ser preenchidas arbitrariamente por suposições ou versões repetidas pela tradição. Ao contrário, precisam ser explicitadas como parte da própria pesquisa histórica. Dizer que determinado acontecimento ainda não pôde ser comprovado documentalmente é, em si, uma atitude de rigor científico. A honestidade historiográfica exige distinguir aquilo que está comprovado por fontes daquilo que permanece como hipótese, memória, tradição ou interpretação.
É nesse sentido que a construção da história de Tuntum deve ser compreendida como um processo permanente de localização, preservação, crítica e interpretação das fontes históricas. Arquivos públicos e privados, registros escolares, documentos das antigas administrações municipais, jornais, cartórios, igrejas, associações, fotografias de famílias, acervos particulares e relatos de antigos moradores podem conter informações fundamentais para preencher capítulos ainda pouco conhecidos da trajetória do município.
Preservar essas fontes significa, portanto, preservar a própria possibilidade de conhecer o passado. Cada documento perdido representa não apenas a perda de um papel ou de uma fotografia, mas também a possibilidade de compreender melhor uma experiência, uma instituição, uma pessoa ou um acontecimento. Da mesma forma, cada documento localizado e devidamente preservado pode contribuir para corrigir versões equivocadas, esclarecer controvérsias e devolver à comunidade personagens e acontecimentos que permaneceram esquecidos.
A história de Tuntum ainda possui muitos capítulos a serem investigados. A tarefa de construí-los exige paciência, método e, sobretudo, disposição para reconhecer que existem perguntas para as quais ainda não dispomos de respostas definitivas. O desafio não está apenas em contar o que aconteceu, mas em demonstrar, por meio das fontes disponíveis, como podemos saber que determinado acontecimento ocorreu. Nesse processo, a dúvida não representa uma fraqueza da história; ao contrário, constitui o ponto de partida para a investigação.
Assim, diante das lacunas existentes, a construção de uma história de Tuntum exige um esforço coletivo de pesquisa e preservação da memória documental do município. Mais do que reunir acontecimentos, é necessário recuperar vestígios, confrontar versões, identificar personagens, localizar documentos e registrar testemunhos antes que desapareçam. Somente dessa maneira será possível substituir o conhecimento fragmentado e as versões transmitidas sem comprovação por uma narrativa histórica mais consistente, crítica e fundamentada nas fontes.
O caso da Escola Isaac Martins sintetiza, de maneira exemplar, esse desafio: quando a documentação não é preservada ou permanece inacessível, a memória ocupa o espaço deixado pelo documento; e, nesse espaço, podem nascer confusões que o tempo transforma em certezas. Investigar, documentar e preservar a história de Tuntum significa, portanto, não apenas conhecer melhor o passado, mas também impedir que o esquecimento e a repetição de versões não comprovadas determinem aquilo que as futuras gerações acreditarão ter acontecido.
quinta-feira, 13 de agosto de 2026
128 ANOS DO FALECIMENTO DO DR ISAAC MARTINS
Por Jean Carlos Gonçalves
| Dr Isaac Martins dos Reis |
Há exatamente 128 anos silenciava-se a voz de um dos mais destacáveis filhos do Sertão maranhense da segunda metade do século XIX: Isaac Martins dos Reis.
Indubitavelmente, foi uma figura singular da história política e intelectual do Maranhão oitocentista, especialmente de Barra do Corda-MA. Inegavelmente uma das efemeridades do Maranhão oitocentista, por outro lado, apesar de breve, teve uma vida intensa, que protagonizou fatos marcantes nas duas últimas décadas daquele século.
Sua trajetória combina Direito, magistratura, educação, jornalismo, republicanismo e participação na organização constitucional do Maranhão.
Natural da então Vila de Loreto-MA, hoje sede do município de mesmo nome, em abril de 1854*, Isaac Martins era filho do piauiense proprietário e criador de gado Domiciano Martins dos Reis e Ana Joaquina de Jesus.
Segundo, o Professor Galeno Edgar Brandes em seu livro "Barra do Corda na História do Maranhão", registra que Isaac Martins fora alfabetizado em idade adulta, depois de ouvir queixas de seu genitor após perder uma causa na justiça. O mesmo lamentara-se do fato de ter vários filhos e não havia um, sequer, letrado para defender os interesses da família. A partir disso, o próprio Isaac Martins, vendeu várias cabeças de gado de seu rebanho para investir na própria educação (Castro, 2019, p. 12).
Para tal empreendimento, deixa o seio familiar com destino a cidade de Caxias, centro de efervescência cultural do sertão maranhense, onde conhece as primeiras letras e realiza estudos elementares.
Em 1879 é matriculado do curso de Ciências Jurídicas na Faculdade de Direito do Recife-PE.
| (O Publicador Maranhense, 28 de março de 1883, Apud Castro, 2019) |
| Fotografia parcial da página do Livro da Comissão Constituinte do Maranhão em 1891 |
Em 1892 é o Dr Isaac Martins é afastado da magistratura em retaliação pelo governador nomeado Manoel Belfort Vieira, em razão daquele não reconhecer a autoridade do Chefe do Excutivo estadual. nomeado pelo Presidente da República, Floriano Peixoto. Sempre fiel aos seus ideais, em coerência com suas convicções e pautado no princípio de que "somente por eleição e nunca por aclamação poderia haver investidura num cargo eletivo". (Filho, Domingos Vieira, 1971, Apud. Castro, 37), não reconheceu a investidura de Belfort Vieira.
A SEMAS REALIZA COM SUCESSO O II FÓRUM DE MEIO AMBIENTE EM TUNTUM-MA
A expressiva participação do público reforçou o compromisso da Prefeitura de Tuntum com a pauta ambiental, na gestão do prefeito Fernando Pessoa, representado pelo prefeito em exercício Nelson do Nanxi.
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
O QUE É MAIS IMPORTANTE: O FATO OU A REPRESENTAÇÃO SOBRE O FATO?
Por Jean Carlos Gonçalves.
Vejamos!
Apesar do fato
histórico não depender de registro ou documentação para acontecer, com o tempo
sem qualquer vestígio pode cair no esquecimento coletivo ou ganhar
interpretações e narrativas equivocadas, distorcidas causando prejuízos às
futuras gerações.
Nessa
perspectiva, observe que documentar os fatos é essencial para garantir uma
reconstituição dos acontecimentos de forma mais assertiva. Do contrário, não
documentar resulta em esquecer, distorcer, repetir equívocos e até perder
direitos.
Assim sendo, a sociedade se torna passível de:
1.Perda de memória e identidade – Sem documentos a história vira “fofoca”, ficaremos refém de diversas versões, o que compromete a construção de uma identidade coletiva e, portanto, o sentimento de pertencimento;
2.Repetição de erros – “ Quem não conhece a história está fadado a repeti-la”. Com registos as guerras, crises econômicas, golpes, injustiças, etc., continuam ocorrendo. Imagem sem os registros? Por outro lado, a humanidades conseguiu superar muitas dificuldades e evoluiu materialmente e institucionalmente, basta observar os avanços tecnológicos e a ampliação de direitos de alguns segmentos sociais historicamente marginalizados;
3.Manipulação e apagamento – Quando não existe um documento, quem está no poder pode reescrever a versão que quiser. Ditaduras, revisionismos e narrativas falsas crescem nesse vazio. Sem registro fica fácil dizer: "isso nunca aconteceu”;
4.Prejuízo jurídico e social – fatos históricos viram prova: direito de terra indígena e quilombola, demarcação de fronteiras, aposentadoria por tempo de serviço, memória de vítimas. Sem documentos essas lutas perdem força na justiça e na política;
5.Perda de aprendizado – ciência, medicina, engenharia, arte... tudo avança porque alguém documentou o que deu certo e o que deu errado. Sem isso, cada geração recomeça ou recomeçaria do zero;
6.Apagamento de pessoas comuns – Se só se registra os feitos dos “grandes homens”, o trabalhador, o Professor Francisco Bonfim, a parteira Mariquinha Branco, a anônima funcionária da Farmácia de Dona Rita Coelho ou de Dona Inocência, por exemplo, saiam da vida.
A ausência de registro ou dificuldade de acesso aos parcos existentes sobre o município de Tuntum-MA é uma de nossas mazelas que mais me incomodam. Todos os anos quando se aproxima as festividades religiosas (e profanas) de agosto, das festas cívicas de Independência do Brasil e emancipação política de Tuntum no mês de setembro, assistimos a uma corrida desenfreada por informações históricas e nos faltam fontes confiáveis para a maioria das temáticas específicas pesquisadas. Em alguns casos até existem registros, noutros ficamos reféns da memória oral, que é importante, mas pode ser arriscado, pois as narrativas transmitidas, muitas vezes são carregadas de intencionalidades. Exageros, omissões, meias verdades são recorrentes.
Infelizmente,
os nossos pioneiros desbravadores não eram letrados e/ou não se preocuparam em
documentar os fatos idos, vividos desde o início do povoamento. Se o fizeram, estão ocultos ou se
perderam com o tempo. Sabe-se que muitos documentos dormem “em berço nada
esplêndido” em arquivos de cartórios de registros civis, das igrejas, das
paróquias, dioceses. Há aqueles que são devorados pelas traças, submersos em poeira e
ácaros, outros, lamentavelmente, foram incinerados ou subtraídos, como as leis dos
símbolos do município que não se encontram nem nos anais da Câmara Municipal,
nem da Prefeitura.
Por isso, em
tempos de avanço das tecnologias da comunicação e da informação não se deve
abdicar de realizar os registros sejam escritos, fotográficos, sonoros,
audiovisuais, etc., os quais poderão ser os documentos do futuro, fontes para as
próximas gerações apreciarem ou organizarem os espaços de memória, como
acervos, museus, produzirem livros, documentários, e, assim, não padeçam do que
ora nos flagela: a indiferença para com memória coletiva.
Para tal deve-se reconhecer que somente com fontes históricas, com os vestígios do passado, poderemos reconhecer, interpretar do modo mais fidedigno a importância e mensurar os impactos que um fato histórico faz recair sobre a nossa sociedade.
terça-feira, 11 de agosto de 2026
CAXIAS, MULHER DE FERIDAS E MEMÓRIAS
Por Joseneyde Lua*
Caxias era uma mulher
quando a guerra chegou.
Tinha o rio nos cabelos,
a poeira nos pés
e os olhos acostumados
a procurar esperança
no horizonte do sertão.
Mas naquele tempo,
o horizonte trazia
homens armados.
Vinham do mato,
das estradas,
das fazendas,
da fome,
da revolta.
Vinham trazendo consigo
aquilo que os poderosos
não quiseram ouvir:
o grito dos esquecidos.
Caxias viu.
Viu o medo
fechar as portas.
Viu mães
esconderem os filhos.
Viu homens correrem
sem saber
se corriam da morte
ou em direção a ela.
Viu a pólvora
subir ao céu
e escurecer o dia.
E quando o primeiro tiro
rasgou o silêncio,
Caxias estremeceu.
Não era apenas
uma batalha.
Era o sertão
cobrando
uma dívida antiga.
Era a miséria
batendo às portas
do poder.
Era a história,
cansada de ser contada
somente
pela boca dos vencedores.
Caxias chorou.
Chorou pelos que tombaram
sem deixar retrato,
pelos que morreram
sem que seus nomes
chegassem aos livros,
pelos que foram chamados
de rebeldes
quando talvez fossem apenas
homens cansados
de perder.
Chorou porque toda guerra
tem seus mortos,
mas nem todo morto
tem quem conte
sua história.
E a cidade
guardou tudo.
Guardou o eco
dos cavalos.
O cheiro
da pólvora.
O medo
nas janelas.
A poeira
levantada pelas tropas.
O silêncio
depois do combate.
Guardou até aquilo
que ninguém quis guardar.
Os vencidos.
Os esquecidos.
Os que a História,
por muito tempo,
aprendeu a chamar
apenas pelo nome
da revolta.
Balaiada.
Como se uma palavra bastasse
para explicar
a fome,
a violência,
a desigualdade,
a esperança
e o desespero
de um povo.
Não bastava.
Nunca bastou.
Porque Caxias sabia.
Sabia que por trás
de cada homem armado
havia uma história.
Por trás de cada fuga,
havia uma família.
Por trás de cada corpo caído,
havia uma vida.
E por trás de cada silêncio,
havia alguém
tentando sobreviver.
O tempo passou.
As armas se calaram.
A poeira baixou.
Os mortos foram enterrados.
Mas a cidade
continuou de pé.
Mais velha.
Mais ferida.
Mais silenciosa.
E talvez ninguém perceba,
quando atravessa suas ruas,
que pisa sobre uma memória
que ainda pulsa.
Porque Caxias
não esqueceu.
Ela apenas aprendeu
a carregar suas dores
sem deixar de florescer.
Hoje, quando o vento
atravessa suas ruas
e o Itapecuru
segue seu caminho,
parece que a cidade escuta
as vozes daquele tempo.
E talvez diga, baixinho:
“Eu vi.”
Eu vi a guerra.
Eu vi a fome.
Eu vi os homens tombarem.
Eu vi o poder vencer.
Mas também vi
a coragem de quem não tinha nada
além da própria voz.
Por isso,
não me perguntem apenas
quem venceu a Balaiada.
Perguntem quem sofreu.
Perguntem quem foi esquecido.
Perguntem quem teve
sua história apagada.
Porque uma cidade
não é feita apenas
das pedras que permanecem.
É feita também
das lágrimas
que a terra bebeu.
E Caxias,
essa mulher antiga,
ainda carrega no peito
o rumor daquela guerra.
Não como orgulho
da violência.
Não como celebração
da morte.
Mas como memória.
Como cicatriz.
Como advertência.
Porque há guerras
que terminam
quando cessam os tiros.
E há outras
que continuam
enquanto houver
injustiça,
esquecimento
e silêncio.
Caxias viu a Balaiada.
E talvez seja por isso
que, até hoje,
quando a noite cai
sobre a cidade,
há uma parte do seu silêncio
que parece dizer:
“Não esqueçam.
Aqui, um dia,
a história sangrou.”
Joseneyde Lua, intelectual caxiense.
_________
*Joseneyde Castelo Branco Ferreira é professora, pesquisadora e ativista cultural, natural de Caxias. (Vide https://ecosdetuntum.blogspot.com/2026/08/goncalves-dias-203-anos-de-uma-voz-que.html)
O REGISTRO DE CASAMENTO DO POETA GONÇALVES DIAS.
Por Creomildo Cavalhedo Leite*
Um mergulho no rio do tempo na grande efervescência da primeira quadra do Século XIX, na cidade de Aldeias Altas (Caxias Maranhão), dia 10 de agosto de 1823, na casa do Português João Manuel Gonçalves Dias e de Vicência Mendes Ferreira, nascia ANTÔNIO GONÇALVES DIAS, o nosso grande poeta.
Fonte: https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939F-GKPC-C... Registros de casamentos paroquiais: Rio de Janeiro. Registros de casamento julho de 1835 - Fevereiro de 1853 - Imagem 295 de 298 Registro de Casamento Dr. Antônio Gonçalves Dias e Olimpia Cariolana da Costa. |
